Disney+, o serviço de streaming da Disney, chegará à América Latina em 2020 já com filmes e séries criados e produzidos localmente, anunciou a empresa. Não foram revelados, no entanto, de quais países específicos virão esses conteúdos. Kevin Mayer, executivo da Disney responsável pelos serviços de streaming, disse em conversa com jornalistas que as produções locais já seguiam na mira da companhia – também por conta da existência de países que têm cotas para filmes e séries nacionais, como é o caso do Brasil

“Há comércios em que é obrigatório ter conteúdo local, então vamos obedecer essa exigência”, disse ele. Isso sem deixar de lado, claro, a cara da marca: “Nossa apreciação é fazer conteúdo com um apelo global”. Para seguir a missão, a Disney contratou em junho Matt Brodlie, que ocupava o cargo diretor de filmes originais da Netflix. No Disney+, ele será vice-presidente de conteúdo internacional, supervisionando a aquisição e a criação de produções fora dos Estados Unidos. O Disney+ estreia nos Estados Unidos no dia 12 de novembro, já com produções originais como a série The Mandalorian; o remake de A Dama e o Vagabundo; e uma série baseada no sucesso High School Musical.

A plataforma diz ter em seu primeiro ano todos os filmes da Pixar, animações e filmes clássicos do estúdio, e todo o catálogo do Universo Cinematográfico da Marvel e da franquia Star Wars – pondo aí o Episódio IX – A Ascensão Skywalker, que só estreia nos cinemas em dezembro. Nos Estados Unidos, a assinatura custará US$6,99 por mês, ou US$ 69,99 por ano.

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